Sim, sim… novos dias se aproximam… novos tempos, novas amizades, novas sensações, novos aromas e novos abraços…
Eu, entretanto, preservo a consciência da perenidade de meu caráter e de meus ideais… mutatia mutandis, o mundo gira, novas paixões se aproximam e novos conceitos se desenvolvem perante nossos olhos apenas para que nos tornemos, cada vez mais, nós mesmos.
Aprendi muito nesses últimos dias…
A vida é simples demais para querer ser entendida… Mais do que isso, a vida carece ser sentida, porque é deliciosa!!! Sim, conheci que a vida é deliciosamente bela e que seus percalços incidem justamente para que saibamos reconhecer e refinar o sublime dela, extraindo o que há de melhor.
A vida é muito curta e é muito fácil se deixar levar… Tenho um compromisso muito sério, o qual torno mais do que bandeira do meu discurso, mas a própria pátria do meu coração:
Em primeiríssimo lugar, não quero e não posso ser medíocre.
Segundo, a vida é curta demais para que percamos tempo com mesuras e falsos pudores, deixando de ser nós mesmos para fazer aquilo que nos acreditam devido…
Terceiro, as regras são mera organização de atividade a fim de tornar mais eficiente a alocação de recursos, sejam eles financeiros, intelectuais, energéticos, sensoriais ou qualquer nome que se queira dar…
Afinal, como diria Elleonor Roosevelt, o que é um nome? Não teria a rosa o mesmo perfume se decidíssemos não a chamar mais assim?
Pasmem, mas muitos diriam que não… Segundo Descartes, as pessoas receiam a verdade, por vê-la demasiado forte… Eu pergunto: quem foi que disse que viver é para os fracos???
Viva a seleção natural! rsrsrs
Ademais dessa minha inquietude, estou paradoxalmente mais complacente com a humanidade… Após um revés de decepção geral, decidi que é triste demais perder a fé nas pessoas…
Triste e inútil.
Quero viver! Morrer é uma certeza… Mas é preciso vontade para viver
Aliás, por isso mesmo, esse texto não tem fim e termina aqui…
cansei de viver pelas palavras! (!!!!! – e sem mais reticências!!!!)